segunda-feira, 13 de junho de 2011

Orgãos Sociais APEE 2010/2011

Mesa da Assembleia Geral

Ana Bela Resende
Ana Sousa
Ana Durães
Alexandra Matos

Direcção

Rogério Moura
Paula Arruda
Paula Fernandes
Margarida Antunes
Marta Carmo
Luz Vasconcelos
Luiz Quaresma
Marina Lemos

Conselho Fiscal

Fátima Frazão
Rute Xisto
Mafalda Marques
Lucília António
Orgãos Sociais APEE 2008/2009 *Mesa da Assembleia Geral* ** Cristina Mendonça Alexandra Pinto Maria Cremilde Ramos *Direcção* ** Fernando Pereira Lisete Silva Paulo Gomes Luis Verissimo Silva Maria João Ma...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Orgãos Sociais APEE 2010/2011

Mesa da Assembleia Geral

Ana Bela Resende
Ana Sousa
Ana Durães
Alexandra Matos

Direcção

Rogério Moura
Paula Arruda
Paula Fernandes
Margarida Antunes
Marta Carmo
Luz Vasconcelos
Luiz Quaresma
Marina Lemos

Conselho Fiscal

Fátima Frazão
Rute Xisto
Mafalda Marques
Lucília António

domingo, 8 de junho de 2008

E já se passou mais um ano...

Mais um ano lectivo que passou. Os nossos filhos e filhas antecipam com ansiedade o último dia de aulas. E nós, os pais e encarregados de educação?

Alguns de nós encontraram-se na passada 6ª feira, dia 6 de Junho, para trocar ideias com a psicóloga clínica Rosa do Amaral. E a conversa, que é como as cerejas, só terminou já eram quase 9 da noite e porque foi preciso, caso contrário talvez ainda lá estivéssemos agora.

Não se pode dizer que fossemos muitos, apesar dos quase 700 convites distribuídos pelas várias turmas (do 5º A ao 9º F), dos e-mails e dos sms enviados para os representantes dos pais e encarregados de educação nas várias turmas (efectivos e suplentes) e dos e-mails enviados pelo Conselho Executivo para outras escolas do agrupamento. Somámos 14 pessoas. Mas pode dizer-se que falámos muito, partilhámos dúvidas, possíveis soluções e confrontámos ideias. Umas vezes rimos, outras reflectimos sobre as nossas práticas e convicções, outras concordámos ou discordámos uns dos outros, de forma explícita ou reservada. Mesmo que alguns dos participantes se questionassem "afinal o que é que eu vim cá fazer?", outros e outras houve que perguntavam para com os seus botões, "afinal quando é que haverá mais?". Enfim, podemos dizer, sem receio de exagerar, que passámos um bom fim de tarde, em vésperas de fim-de-semana prolongado.

Ficou prometido novo encontro, ainda com a Rosa do Amaral, após o arranque do próximo ano lectivo, que retome e aprofunde o tema da adolescência, da pressão dos pares, do papel da família e dos modelos educativos e também, que introduza questões relacionadas com a saúde e o bem estar dos jovens (factores que contribuem ou que previnem manifestações de ansiedade, depressão, medos, pânico, “manias”).

Mas depois da experiência de encontros temáticos deste ano lectivo, a APEE gostava de conhecer e de ir ao encontro das preocupações e das necessidades dos pais. Por isso lançamo-vos um desafio:

Dêem-nos a conhecer os temas que gostariam de ver abordados e, se possível, indiquem pessoas que pudessem convidar para apoiar a animação dos nossos encontros.

Podem deixar comentários a esta mensagem (clicando em "comentários") ou enviar um e-mail para: apee.d.fernando.II@gmail.com

A todos e a todas as nossas mais cordiais saudações.



sábado, 31 de maio de 2008

A APEE e o Conselho Executivo da EB 2,3 D. Fernando II CONVIDAM

Todos os pais, encarregados de educação, professores, educadores e demais interessados, a juntar-se num encontro informal para debater o tema:


O crescimento e as mudanças: as necessidades e os desafios para os pais, crianças e jovens”

Rosa Amaral, psicóloga clínica, irá reflectir sobre :

  • Os “ciclos” e as “viragens” na passagem da infância para a adolescência;
  • As transformações físicas e psicológicas;
  • A gestão do “risco”: saber dizer “não” / a pressão dos pares;
  • Os desafios para os pais: a disciplina pela positiva
  • A ansiedade, a depressão, medos, pânico, “manias”: como despistar, como prevenir, como lidar.

Junte-se a nós na próxma 6ª feira, dia 6 de Junho, entre as 18h30m e as 20h00m na biblioteca da escola

Breve nota sobre a facilitadora

Rosa Amaral é mãe de três rapazes de 2, 6 e 8 anos. Formou-se em Psicologia Clínica,no ano de 1994. Obteve posteriormente o grau de Mestre em Aconselhamento Reabililtativo, na Univesidade Estadual de Nova Iorque, onde também se doutorou em Reabilitação, Educação e Família. Na sua extensa experiência profissional incluem-se actividades de coordenação do núcleo de apoio à intervenção familiar no CADIN (Centro de Apoio a Desenvolvimento Infantil) em Cascais, das actividades ocupacionais no Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes e na Associação Portuguesa de Deficientes – Cascais. Exerce, ainda, actividade docente na Escola Superior de Saúde do Alcoitão, no Mestrado de Terapia da Fala, onde lecciona a cadeira de Psicologia do Desenvolvimento Cognitivo. É também presidente da Associação de Pais da escola EB 1,2 da Amoreira, em Cascais.


CONTAMOS CONSIGO!

terça-feira, 20 de maio de 2008

APEE promove novo workshop com a colaboração do Conselho Executivo da EB 2,3 D. Fernando II

Realiza-se no próximo dia 30 de Maio, 6ª feira, entre as 18h30m e as 20h00m, na EB 2,3 D. Fernando II, o workshop intitulado:

“Educar pela positiva”


Vamos reencontrar Isabel Lopes, que connosco irá reflectir sobre questões tais como:

Os pais perante os resultados escolares dos filhos: os estímulos positivos da família, o reconhecimento do esforço (não apenas medido por uma representação dogmática do sucesso) e o aproveitamento do insucesso para a descoberta e valorização de outras competências nos filhos; a importância das conversas entre pais e filhos/as


Breve nota sobre a oradora

Isabel Lopes nasceu em Maio de 1956. É mãe de uma Filipa (27 anos) e de um Gonçalo (13 anos). É formada em psicologia educacional, investida na construção de uma sociedade onde cada indivíduo possa encontrar os recursos necessários a uma vida com qualidade (feliz), tornando-se ele próprio agente desta construção. A prossecução deste sonho tem sido possível no desempenho profissional enquanto psicóloga assumindo diversos papeis, da interacção individual à gestão de projectos e liderança de organizações associativas nacionais e comunitárias.


CONTAMOS CONSIGO!

segunda-feira, 10 de março de 2008

Melhorámos na gestão do nosso tempo?

Realizou-se no passado dia 29 de Fevereiro, um encontro que juntou mais de quinze pais, mães e encarregados de educação. Alguns traziam dúvidas concretas, mas mais do que obter receitas, coisa que sabemos ser difícil senão mesmo impossível, pudemos partilhar algumas preocupações e pensar em conjunto. Para alguns serviu para aprofundar a reflexão, para outros foi um agradável momento de descontracção.

Deixo-vos aqui, uma história que nos deixou a pensar sobre a forma como vivemos o nosso tempo:

A vida vivida

“Esta é a história de um homem a quem eu definiria como um pesquisador.
Um pesquisador é alguém que busca; não necessariamente alguém que encontra.
Tão-pouco é alguém que, necessariamente, saiba o que anda a buscar. É simplesmente alguém para quem a vida é uma busca.

Um dia, o pesquisador sentiu que devia ir até à cidade de Kamir. Tinha aprendido a respeitar rigorosamente aquelas sensações que vinham de um lugar desconhecido. Por isso deixou tudo e partiu.
Depois de dois dias de marcha pelos caminhos empoeirados, avistou, ao longe, Kamir.

Um pouco antes de chegar à povoação, chamou-lhe vivamente a atenção uma colina à direita da azinhaga. Estava atapetada de um verde maravilhoso e tinha uma grande quantidade de árvores, pássaros e flores encantadoras. Estava inteiramente rodeado por um pequeno muro de madeira brilhante. Uma portazinha de bronze convidava-o a entrar.

Sentiu logo que o povoado lhe fugia da memória e sucumbiu à tentação de descansar por um momento naquele lugar.
O pesquisador ultrapassou o portal e começou a caminhar lentamente por entre as pedras brancas que estavam dispostas ao acaso entre as árvores.
Deixou que os seus olhos se pousassem como borboletas em cada pormenor daquele paraíso multicolor.

Os seus olhos eram os de um pesquisador, e foi talvez por isso que descobriu aquela inscrição sobre uma das pedras:
Abdul Tareg, viveu 8 anos, 5 meses, 2 semanas e 3 dias.

Ficou um pouco surpreendido ao dar-se conta de que aquela pedra não era simplesmente uma pedra: era uma lápide.
Sentiu pena ao pensar que um menino de tão tenra idade estava enterrado naquele lugar.
Olhando à sua volta, o homem deu-se conta de que a pedra ao lado também tinha uma inscrição.
Aproximou-se para a ler. Dizia:
Yamir Kalib, viveu 5 anos, 8 meses e 3 semanas.

O pesquisador sentiu-se terrivelmente comovido.
Aquele lindo lugar era um cemitério, e cada pedra era uma campa. Começou a ler as lápides uma por uma.
Todas tinham inscrições semelhantes: um nome e o tempo exacto de vida do morto.
Mas o que o enleou de espanto foi comprovar que aquele que tinha vivido mais tempo mal ultrapassava os onze anos... Paralisado por uma dor terrível, sentou-se e pôs-se a chorar.

O encarregado do cemitério passava por ali e aproximou-se.
Observou-o a chorar durante algum tempo em silêncio e perguntou-lhe se chorava por algum familiar.
- Não, não é por nenhum familiar - disse o pesquisador. - Que se passa nesta povoação? Que coisa tão terrível acontece nesta cidade? Porque é que há tantas crianças mortas enterradas neste lugar? Qual é a maldição horrível que pesa sobre estas pessoas, que as obrigou a construir um cemitério de crianças?

O ancião sorriu e disse:
-O senhor pode tranquilizar-se. Não existe uma tal maldição. O que acontece é que temos um costume antigo. Vou-lho contar:
«Quando um jovem completa quinze anos, os seus pais oferecem-lhe um livrete como este que tenho aqui, para que o pendure ao pescoço. É tradição entre nós que, a partir desse momento, de cada vez que alguém desfrute intensamente de alguma coisa, abra o livrete e anote nele:
À esquerda, o que foi desfrutado.
A direita, quanto tempo durou o prazer.

Conheceu a sua noiva e enamorou-se dela. Quanto tempo durou essa paixão enorme e o prazer de a conhecer? Uma semana? Duas? Três semanas e meia...?
E depois, a emoção do primeiro beijo, o prazer maravilhoso do primeiro beijo... Quanto durou? O minuto e meio do beijo? Dois dias? Uma semana?
E a gestação e o nascimento do primeiro filho...? E as bodas dos amigos?
E a viagem mais desejada?
E o encontro com o irmão que regressa de um país longínquo?
Quanto tempo durou o desfrutar destas situações?
Horas? Dias?

Assim, vamos anotando no livrete cada momento quer desfrutamos… Cada momento.
Quando alguém morre é nosso costume abrir o seu livrete e somar o tempo em que sentiu prazer, para o escrever sobre a sua campa.
Porque é esse, quanto a nós, o único e verdadeiro TEMPO VIVIDO».”


Jorge Bucay, Contos para pensar, publicado em 1997 na Argentina. Em Portugal está editado pela Pergaminho. A última edição portuguesa data de 2006.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

1º workshop temático de 2008

Na sequência da apresentação do nosso plano de workshops temáticos, aqui publicada a 15 de Janeiro de 2008, informamos que se realiza a 29 de Fevereiro, entre as 18h30m e as 20h00m, o workshop intitulado:

"Gerir a falta de tempo"

Isabel Lopes, mãe, trabalhadora e psicóloga educacional, ajudar-nos-á a reflectir, em conjunto, sobre questões que têm que ver com a conciliação entre os vários acontecimentos e desafios que nos ocupam o tempo no nosso quotidiano, e que tantas vezes nos preocupam:
Como conciliar a escola, o trânsito, as actividades extra-escolares, os trabalhos de casa, a brincadeira, as refeições, os banhos, se um dia tem apenas 24 horas e a profissão não deixa? Quantidade ou qualidade? Que prioridades?

A sessão realizar-se-á nas instalações da EB 2,3 D. Fernando II

Breve nota sobre a oradora:
Isabel Lopes nasceu a 22 de Maio de 1956, é mãe de uma Filipa (27 anos) e de um Gonçalo (13 anos). É uma cidadã investida na construção de uma sociedade onde cada indivíduo possa encontrar os recursos necessários a uma vida com qualidade (feliz), tornando-se ele próprio agente desta construção. A prossecução deste sonho tem sido possível no desempenho profissional enquanto psicóloga (formação de base) assumindo diversos papeis, da interacção individual à gestão de projectos e liderança de organizações associativas nacionais e comunitárias.
A experiência profissional encetada em 1978 (data de conclusão da licenciatura em Psicologia Educacional) permitiu percorrer diferentes desafios, da educação de crianças com necessidades educativas especiais, à estimulação precoce, à reabilitação profissional, à formação para a inclusão, tendo, por isso, tocado diferentes reais de necessidade, mas todos com um mesmo direito, dever e aspiração: SER PESSOA, COM FUTURO…


Por questões logísticas agradecemos que nos dêem a conhecer o vosso interesse em participar. Poderão fazê-lo enviando para apee.d.fernando.II@gmail.com o vosso nome, referindo a que título participam (pai, encarregado de educação, professor, director de turma, etc.) e qual a escola frequentada pelo vosso filho/a.
Contamos convosco!!!

Conselho de turma: o que fazem os representantes dos pais?

O representante dos pais nos Conselhos de Turma

  • É eleito no início de cada ano lectivo, em reunião convocada pelo/a respectivo/a director/a de turma, na qual deverão participar todos os pais e encarregados/as de educação dos alunos/as da turma.
  • Participa em todas as reuniões do Conselho de Turma, à excepção das que se destinam exclusivamente à avaliação sumativa dos alunos.

Como Actuar?

Não havendo regras específicas relativamente à metodologia a adoptar pelos/as representantes dos pais e encarregados/as de educação nas reuniões de Conselho de Turma, o que apresentamos de seguida é apenas um conjunto de sugestões, mas que resultam, não só do conhecimento que a CONFAP tem acerca do funcionamento destas reuniões, mas também do ‘feed-back’ que fomos recebendo dos nossos associados.


Assim sugere-se que:

Mantenha um contacto permanente com o/a director/a de turma e com os restantes encarregados/as de educação (na reunião em que for eleito dê-lhes o seu contacto, mas não se esqueça de pedir também uma forma de os contactar);
Converse, previamente, com os/as outros/as encarregados/as de educação sobre as matérias da ordem de trabalhos de cada reunião* ou sobre matérias que eventualmente desejem incluir na mesma;
Colabore na identificação e contribua para a resolução de situações susceptíveis de condicionar o processo de ensino e aprendizagem dos alunos;
Apoie o/a director/a de turma nos contactos com os restantes pais e encarregados/as de educação, sensibilizando-os/as para a necessidade de acompanharem a vida escolar dos seus filhos;
Colabore na definição de estratégias que contribuam para que o discurso da família e o da escola não sejam contraditórios, antes se reforcem mutuamente;
Coloque a sua sensibilidade e os seus conhecimentos à disposição da turma e da escola.

*Exceptuam-se os conselhos de Turma de natureza disciplinar em que prevalece a necessidade de manter reserva sobre os elementos contidos no processo disciplinar do aluno.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Conselhos de turma: o que são e o que fazem?

1) O que são os conselhos de turma?

São orgãos escolares, existentes nos 2º e 3º ciclos do ensino básico e no ensino secundário, constituídos pelos professores de turma, por um delegado dos alunos e por um representante dos pais e encarregados de educação. O conselho de turma participa na organização, acompanhamento e avaliação das actividades a desenvolver com os/as alunos/as, destinadas a promover a melhoria das condições de aprendizagem e a articulação escola-família.
A coordenação do plano de trabalho é acometida ao/à professor/a da turma que assuma funções de director/a da turma.

Sempre que as reuniões do conselho de turma se destinem à avaliação sumativa dos alunos, apenas participam os membros docentes.
(para maior detalhe ver artº 36º do Dec-Lei 115-A/98 de 4 de Maio)

2) Quais as competências do conselho de turma?

Analisar a situação da turma e identificar características específicas dos alunos a ter em conta no seu processo de ensino e aprendizagem;

Identificar diferentes ritmos de aprendizagem e necessidades educativas especiais dos alunos, garantindo, nos casos que o justifiquem, a indispensável articulação com os serviços de apoio educativo, por forma a criar condições para a sua superação;

Identificar as aprendizagens não realizadas pelos alunos em situações de retenção, (nos 2º e 3º ciclos), as quais devem ser tomadas em consideração na elaboração do projecto curricular de turma.

Planificar o desenvolvimento das áreas curriculares não disciplinares (estudo acompanhado, formação cívica e área de projecto) bem como delinear actividades de complemento ao currículo proposto;
Elaborar, aprovar e avaliar um projecto curricular de turma adaptando ao contexto da turma e de cada aluno as linhas orientadoras do currículo nacional, definindo prioridades, níveis de aprofundamento e sequências adequadas;

Nos 2º e 3º ciclos do ensino básico, identificar as áreas curriculares responsáveis pela concretização de cada uma das competências gerais do currículo;

Planificar o desenvolvimento das actividades a realizar com os alunos em contexto de sala de aula, adoptando estratégias de diferenciação pedagógica que favoreçam as aprendizagens;

Preparar informação relativa ao processo de aprendizagem e à avaliação dos alunos, para disponibilizar aos Pais.

3) O que é o Conselho de Turma de natureza disciplinar?

Avalia procedimentos disciplinares e, quando necessário, aplica as sanções previstas no regulamento interno, de acordo com os Estatutos dos Direitos e Deveres dos alunos.

Outros contactos

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Sintra Oriental
Largo da República, n.º 8 - Agualva
219 128 020

Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Sintra Ocidental
Rua Pedro Cintra, n.º 15, 2º Esqº - Portela de Sintra
219 241 703